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O perfil de preferências

O perfil é uma análise de preferências que nos mostra a forma de pensar do indivíduo, mas não o que ele pensa.

A forma como pensamos determina absolutamente tudo o que fazemos. As nossas preferências de pensamento determinam a forma como vivemos a nossa vida. Podemos dizer que somos o que pensamos porque criamos a nossa própria realidade.

Por outro lado, como somos “animais de hábitos”, os estilos de pensamento tornam-se rotineiros e difíceis de alterar.

Vejamos como na prática isto acontece:

Exemplo 1

  1. Evento – alguém diz algo que lhe parece ofensivo.
  2. Pensa – que desagradável, isto é ofensivo.
  3. Sente – zanga, incómodo.
  4. Reage -pensar e sentir desta forma podem levá-lo a reagir de igual maneira.
  5. Consequência – conflito, sente-se ofendido e incomodado.

O que aconteceu foi que uma preferência por um pensamento negativo levou a um resultado negativo.

Como podemos alterar esta dinâmica? Alterando a nossa maneira de pensar. Senão vejamos:

Exemplo 2

  1. Evento – alguém diz algo que lhe parece ofensivo.
  2. Pensa – analisa – não me parece que esta pessoa diga este tipo de coisa.
  3. Sente – preocupação.
  4. Reage – de maneira agradável clarifica o que se passa.
  5. Consequência – entendimento, alívio por ter alguém com quem partilhar um problema.

Um pensamento mais positivo levou a resultados positivos e gratificantes.

A informação relevante de um perfil.

O perfil de preferências de pensamento também é designado por perfil cognitivo.

A informação contida no perfil de preferências varia consoante o instrumento que é utilizado. Nós utilizamos os perfis NBI®.

O que ficamos a saber com o nosso perfil.

Através deste perfil é possível compreender qual é o nosso estilo de pensamento. É a partir desse conhecimento que podemos entender o nosso estilo de comunicação, de aprendizagem ou gestão de conflitos.

O perfil também nos mostra as preferências como pais, professores, lideres e até as escolhas que fazemos.

Este auto-conhecimento é um instrumento valioso porque com ele conseguimos ver claramente o que corre bem, menos bem e porquê.

Quando conhecemos o nosso perfil cognitivo também ficamos a conhecer os diferentes estilos de preferências.

O que podemos fazer com esta informação

Com esta informação é possível entender os que nos rodeiam e ajustar as nossas interações aos diferentes estilos. Como consequência, melhoramos significativamente a qualidade das nossas relações e diminuímos o conflito.

O perfil de preferências pode ser utilizado no contexto da nossa vida pessoal e profissional com inúmeros benefícios.

O perfil na vida pessoal.

As aplicações do perfil de preferências são imensas. Podemos destacar a orientação vocacional e profissional, a parentalidade e o desenvolvimento pessoal.

O auto-conhecimento adquirido sobre temas de interesse, formas de aprender e estudar são uma ferramenta fundamental para a orientação vocacional e de carreira.

Perceber as diferentes preferências numa família permite tornar as relações parentais mais gratificantes e com menos conflito geracional.

Ao conhecer as nossas forças e vulnerabilidades assim como as dinâmicas que estabelecemos com as preferências dos outros, é fácil  desenhar um plano de desenvolvimento pessoal.

Pode ler sobre como atingir os seu objectivos neste artigo sobre mind-set.

O perfil na vida profissional.

O perfil de preferências apoia o desenvolvimento da liderança, da equipa, da criatividade e o ajustamento do profissional às funções.

Na liderança.

O líder tem como principal função orientar as pessoas. Já Imaginou como isso é possível sem conhecê-las bem?

Com o perfil de cada elemento da equipa, o líder saberá como motivar e comunicar da maneira mais eficaz. Para ter influência é necessário saber chegar a cada pessoa da forma mais adequada!

Na equipa.

A equipa também tem um perfil. É possível comparar o perfil da equipa com o perfil do seu projecto e, a partir daí propor mudanças e promover a criatividade.

Com o perfil dos indivíduos e o da função sabemos quem é o profissional certo para cada lugar.

Há bons perfis e maus perfis?

Não!

Nenhum perfil é bom ou mau, melhor ou pior. O perfil cognitivo analisa as suas preferências e não as suas competências.

É, portanto, possível que determinado indivíduo tenha uma forte preferência pela ordem, pelo planeamento e pela organização, mas que nunca tenha tido a oportunidade de desenvolver capacidades de planeamento e de organização.

Neste caso, a recomendação irá no sentido de que, uma vez que existe o desejo, sejam desenvolvidas as capacidades que venham a fundamentar esse desejo para que se concretize numa determinada carreira e na vida pessoal.

Por outro lado, é possível que determinada pessoa tenha excelentes capacidades para ser financeiro, mas apresente uma preferência muito baixa em relação aos processos associados a este tipo de trabalho (o que poderá resultar em rejeição). Este indivíduo não seria, assim, capaz de suster a paixão e a energia necessárias para se manter satisfeito e produtivo, no ambiente financeiro.

Conheça o seu perfil de preferências, é muito fácil.

Contacte-nos por telefone ou por e-mail.

Uma equipa de profissionais certificados está disponível para lhe explicar os programas, procedimentos, preços e a realizar o seu perfil.

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Julho 16th, 2021

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